“So he wears lipstick, has a little bouffant, and does little circus acts as well?”

April 10, 2009 § Leave a comment

Tirando o pó do blog. Curiosamente, durante esses dias (meses…) que eu não escrevi, tive o maior número de visitas desde setembro. Vai entender…

Já que só o que eu faço em Londres é em ir em shows do Marcus Foster e do Bobby Long, mais que válido postar aqui sobre os dois…

Primeiro show do Bobby Long que eu fui foi no dia 21 de janeiro desse ano, admito que por interesse porque achei que o Robert Pattinson (que estava aqui em Londres) ia ir lá. Meu pensamento e de mais dezenas de fãs do Rob…tenho que agradecer ao meu pensamento infantil, porque ouvir ele tocar foi uma das melhores experiências musicais pelas quais eu já passei. Além de ser apaixonantemente sensível e lindo, as letras dele são profundas e o estilo difere tanto do que é feito atualmente, que acaba sendo refrescante ouvir, lembrando Johnny Cash e Jeff Buckley.

A partir desse dia, fui em praticamente todos os shows do rapaz, perdendo até entrevistas de emprego pra isso…virou meio que paixão platônica também, mas não dá para evitar, além de talentoso, quando conversei com ele, descobri que também é um amor de pessoa e super gentil.

Acabei indo ver o Marcus somente no final de fevereiro, apesar de suas performances serem um pouco menos centradas como as de Bobby (Marcus realmente se empolga tocando e acaba gritando – de um modo positivo – bastante). Marcus tem mais conhecimento musical, eu diria e o seu estilo puxa mais pro jazz do que o do Bobby, que acaba sendo mais folk.

O single do Bobby, “Left to Lie” já está disponível no iTunes, vale ouvir porque a música tem uma letra poderosa e nostálgica. Outra favorita que fala sobre morte também é “Dead and Done”, que descreve perfeitamente como eu esperaria que o paraíso possa ser (se eu acreditasse em um…). Mas acho que a minha favorita definitivamente é “Sad Woman Blues”, com uma letra com a qual eu realmente me identifico e tem uma melodia ótima, com um dedilhandinho que me mata toda vez que eu ouço. Ah, “A Passing Tale” também. Caramba, escutem todas as músicas, que vale a pena. A nova versão de “This Strange Love” junto com a fantástica “Windy Rush Blues” podem ser encontradas no myspace do Fred Portelli, o estúdio que o Bobby gravou algumas músicas (www.myspace.com/fredportelliproductions).

Curioso perceber que eu conheci eles no ano em que vão explodir com a tour no verão pros EUA e os CDs (se tudo der certo) sendo lançados esse ano ou início do ano que vem. Tudo graças a Twilight, que eu nem gosto tanto mais, mas que pelo menos serviu para me apresentar boa música e principalmente, bons amigos tanto do site, quanto no Brasil, quanto aqui.

http://www.myspace.com/marcusfoster

http://www.myspace.com/musicbobbylong

E fica a letra de I Don’t Mind do Marcus…minha favorita dele, se bem que quase empata com I Was Broken, que tem um final muito poderoso.

And if I had the time to solve the mystery of your crime
you know I would
If I had to shape the form of your mechanical design
you know I could

Well I’ve been up and down the lane to lose
And the memory of your name is hard
taken from the stone, put it in that lake
But I’ve mended up my heart and I’ve nothing more than bones to break
But I said, I do believe, on the endless roads you weave
you may climb, but you may fall
You could spend your lifetime on that wall
I don’t mind

And if I had the hand to take the blood out of the sand
or make it dry
And if I knew a birth or the secrets of the earth
I won’t ask why
Well I’ve been in and out of windows
just trying to find a doorway
I’ve broken off the marble deities’ weight upon my shoes
But I’ve mended up my heart and I have nothing more than time to loose
But I said, I do believe, on the endless roads you weave
you may climb, but you may fall
You could spend your lifetime on that wall
I don’t mind

If I could look within the endless tales upon your skin
would I go blind?
If I could carve your face upon an unfamiliar place
would I be kind?
Well I’ve seen visions of a ghost that stand upon the ragged sleeve
of all my fades dreams that I have broken at the seams
But I’ve mended up my heart and I’ve nothing more than sorrow on the breeze

But I said and I do believe, on the endless roads you weave
you may climb, but you may fall
Spend your lifetime on that wall
Well I I don’t mind
And I don’t mind
And I don’t mind
And I don’t mind

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